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26 de Dezembro, 2022

Balanço do ano. O melhor e o pior da RTP em 2022

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O ano de 2022 está a dar as últimas e é chegada a hora do balanço daquilo que foram as propostas da programação do canal público. No total, foram escolhidos quatro programas, dois para os melhores e dois para os piores. Além disso, a RTP é o único dos três canais a merecer uma menção honrosa. Perceba tudo no artigo.

Há dois grandes destaques entre o melhor da RTP no balanço do ano. 2022 ficou, definitivamente, marcado por dois sucessos, um em audiências e em repercussão nas redes sociais e outro, sobretudo, pela segunda vertente. Os melhores do ano são o ‘Taskmaster’ e a “novela” ‘Pôr do Sol’.

O divertido programa dos sábados à noite foi uma lufada de ar fresco para os espectadores. Vasco Palmeirim, Nuno Markl e a restante equipa estão de parabéns pela extraordinária adaptação do formato inglês e por proporcionarem momentos de entretenimento puro. As audiências foram subindo ao longo das semanas, com a RTP a ameaçar a liderança das privadas com as últimas emissões. Na Internet, o ‘Taskmaster’ foi um sucesso ainda maior e, por isso, regressa em 2023 para uma segunda temporada.

Da mesma forma, ‘Pôr do Sol’ tomou conta das redes sociais no verão, apesar de não ser propriamente uma novidade. Ainda assim, a segunda temporada da sátira às novelas não perdeu qualidade. A aposta do canal público mostrou que é possível fazer diferente e melhor e a RTP Play bateu recorde de visualizações. Contudo, as audiências no canal principal não corresponderam. Apesar da “novela” não regressar no próximo ano, está já prometido um filme em 2023.

Os piores de ano

Mesmo com ótimos formatos, a RTP não se livra de críticas. ‘Chefs da Nossa Terra’ trouxe de volta Isabel Silva à televisão, num programa que ocupou as tardes de domingo ao longo de várias semanas. Basicamente, a estação do Estado fez um programa bem mais caro que o ‘Aqui Portugal’, mascarou-o de competição culinária e o resultado foi uma mistura estranha de conteúdos, com péssimos resultados nas audiências.

Já a outra escolha recai sobre o ‘A Nossa Tarde’, de Tânia Ribas de Oliveira. O programa da apresentadora é bom, mas raramente cativa o público. É preocupante perceber, mesmo para o canal público, que várias emissões fiquem atrás da CMTV. Valerá a pena insistir neste formato?

Seria injusto terminar este balanço do ano sem uma merecida menção honrosa ao ‘Preço Certo’. O concurso é a estrela maior da companhia e, muitas vezes, o único programa que dá a liderança nas audiências ao canal público. Para aquilo que representa para o público mais velho, merece todos os aplausos.

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