Opinião. Os Troféus de Goucha

Manuel Luís Goucha voltou a ser premiado nos Troféus Impala de Televisão 2020, como melhor apresentador. Com esta conquista, o profissional conseguiu garantir o oitavo prémio entregue pela empresa ligada à comunicação e com voto do público.

Manuel Luís Goucha
Manuel Luís Goucha/Instagram

A vitória de Goucha mostra que por mais derrotas que se possa ter, a qualidade deve ser sempre reconhecida.

O troféu deste ano tem um sentido diferente, naquele que terá sido um dos anos mais difíceis da vida profissional de Goucha. Em pouco mais de dois anos perdeu a sua parceira das manhãs, Cristina Ferreira, ganhou outra, Maria Cerqueira Gomes, e voltou a perde-la.

Em pouco mais de dois anos o apresentador deixou de ser líder de audiências nas manhãs, passou para o segundo lugar e chegou a ficar em terceiro, atrás do ‘Praça da Alegria’. Atualmente, está outra vez a conquistar o público e a alternar vitórias com o ‘Casa Feliz’.

O ‘Você na TV!’ foi, pelo menos durante 2019, arrasado de várias formas. Só tendo alguém muito seguro de si se mantém com o mesmo profissionalismo a dar o corpo às balas, mesmo sabendo que vai ser atingido.

Manuel Luís mereceu este e todos outros prémios porque, também atualmente, não há nenhum homem a fazer televisão como ele. O domínio dos temas, o respeito pelos convidados, o tom e a eloquência do seu discurso não deixam ninguém indiferente.

O que nasce torto…

Não é um cenário que faz um programa, mas pode ajudar a destruí-lo. Ao quarto ‘Dia de Cristina’ o estúdio voltou a sofrer alterações, pelo menos na iluminação. Os rosas e os roxos deram lugar aos cinzas e aos brancos.

Só que, nesta vida, há coisas que nem pintadas de ouro….

Bom Baião

Goucha não teve concorrência, até aqui. João Baião tem mostrado o que é vestir a camisola por uma estação de televisão. A SIC tem de estar muito orgulhosa e dar ao apresentador tudo aquilo que ele merece. Se Cristina Ferreira atirou paredes abaixo da estação de Paço de Arcos quando saiu, é João Baião quem a está a levantar.

Este artigo foi originalmente publicado no Espalha-Factos, parceiro do A Caixa que já foi Mágica.

%d bloggers like this: