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13 de Maio, 2020

Polémica aquece ‘Big Brother’ mas não chega para liderar

Polémica aquece Big Brother
Fotografia.: Instagram Big Brother TVI

A polémica gerada em torno de comentários homofóbicos, por parte de um concorrente do ‘Big Brother’, ajudou o programa a subir nas audiências. Ainda assim, esta terça-feira (12/05), o reality show não conseguiu liderar nos horários mais competitivos.

Hélder revelou que prefere ser conhecido como mulherengo do que homossexual e as suas palavras geraram uma onda de indignação que aqueceu a Internet.

A situação levou a TVI a chamar Cláudio Ramos para assumir o programa de final de tarde, altura em que o ‘Big Brother’ sancionou o concorrente. O apresentador deu ainda a cara pelo ‘Express’, já depois do ‘Jornal das 8’.

Entre as 19H30 e as 20H00, o programa alcançou 6,8% de audiência e 14,7% de share. Apesar da subida, o formato ficou longe do líder ‘Quem Quer Namorar com o Agricultor?’ (9,1% / 20,4%) e de ‘O Preço Certo’ (8,9% / 19,8%).

Contudo, durante a noite o tema foi o mesmo, mas os resultados fizeram com que o programa ficasse à frente da RTP1. No especial da noite, Cláudio Ramos alcançou 10% de rating e 17,5% de quota de mercado, mas perdeu para o início da novela ‘Nazaré’, da SIC.

Por sua vez, Maria Botelho Moniz teve mais sorte. Ao final da noite, o ‘Extra’ alcançou 3,8% de audiência e 15,7% de share que não chegaram para bater ‘Amor de Mãe’, mas fizeram a apresentadora liderar frente ao ‘Passadeira Vermelha’.

Nuno Santos defende-se das críticas

O diretor de programas da TVI utilizou a sua página de Facebook para defender o canal das críticas, depois da sanção aplicada ao concorrente Hélder após a polémica.

“Era imperativo mostrar e contextualizar a situação – aliás exibida em direto – e aplicar as regras. São as regras de um programa de televisão, mas refletem a lei e o bom-senso que, sendo por vezes raro, é quase um super poder. A TVI fez o que devia fazer. Qualquer outra atitude poderia ser entendida, até mais elogiada, mas nunca seria adequada aos tempos em que vivemos. Estamos em 2020”, escreveu Nuno Santos.

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