Opinião| A vez de Cláudio

Fotografia.: Instagram Cláudio Ramos
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Cláudio Ramos mudou-se para a TVI e vai apresentar o novo ‘Big Brother’.

O apresentador é um dos profissionais da televisão que mais trabalhou e trabalha para alcançar os seus objetivos. Passo a passo, conseguiu chegar onde queria e tornar-se num dos nomes incontornáveis do panorama televisivo atual. Quando assim é, qualquer oportunidade é merecida.

Além disso, que ninguém o culpe por ter deixado Cristina Ferreira. Uma proposta que garante um aumento de salário, há quem diga até que vai ter um contrato que não tinha na SIC, e tornar-se no rosto principal da maior aposta da estação de Queluz de Baixo para recuperar a liderança das audiências, ao invés de ser apenas secundário, é algo irrecusável.

Antes do comentário sobre a escolha de Nuno Santos, há que parabenizar e admirar a atitude e a inteligência de Daniel Oliveira, diretor de programas da SIC, que esteve bem melhor no processo do que Cristina Ferreira.
Ter deixado o profissional explicar a saída, em direto, no ‘Passadeira Vermelha’ mostrou um canal capaz de deixar os colaboradores seguir o seu caminho sem zangas e, ao mesmo tempo, retirar todas as dúvidas da transferência evitando o interesse na chegada à concorrência no dia seguinte.

Quanto ao ‘Big Brother’, concordo plenamente que Nuno Santos tenha escolhido alguém de fora e completamente sem experiência no formato. Agora, daí a que Cláudio Ramos tenha sido a escolha mais acertada vai alguma distância. Não que não seja capaz de assumir o reality show, mas porque nunca foi consensual, nem quando estava ao lado de Cristina.
O antigo ‘vizinho’ não é um congregador de massas.
E se o ‘Big Brother’ é a maior aposta de 2020 para garantir audiências, talvez a escolha não tenha sido a mais acertada.

‘GOT PORTUGAL TALENT’

Finalmente alguém na RTP ou na Fremantle percebeu que o logótipo do programa não tinha a leitura correta em todas as edições anteriores. Mais vale tarde que nunca.

O pesadelo sem ‘Pesadelo’

O ‘Pesadelo na Cozinha’, “original”, terminou e as audiências da TVI afundaram ao domingo à noite, mesmo com programas especiais.
Será que a popularidade de Ljubomir Stanisic se esgota num só formato?

Este artigo foi escrito por Tiago Lourenço, autor do A Caixa que já foi Mágica, e originalmente publicado pelo site Espalha-Factos.

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