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26 de Dezembro, 2019

Os programas de televisão que marcaram a década

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O ano de 2019 está a terminar e com ele chega também ao fim uma década que marcou o panorama televisivo nacional. O A Caixa que já foi Mágica escolheu 11 programas que, de alguma forma, marcaram a televisão. Fique a saber quais são.

Secret Story (estreou em 2010)

A “casa dos segredos” chegou à TVI como um novo ‘Big Brother’.
A primeira edição foi apresentada por Júlia Pinheiro, no último ano em que esteve no canal de Queluz de Baixo, e sagrou António como vencedor.
O programa juntou concorrentes numa casa vigiada e em que o objetivo era chegar ao final mantendo um segredo e tentando descobrir o dos adversários.
Mais tarde, teve um sem número de novas edições apresentadas por Teresa Guilherme e Manuel Luís Goucha.

Portugal Tem Talento/Got Talent Portugal (estreou em 2011)

Atualmente é conhecido por ‘Got Talent Portugal’ e é emitido pela RTP1, mas a primeira vez que chegou ao país foi pelas mãos da SIC, apresentado por Bárbara Guimarães, e chamava-se ‘Portugal Tem Talento’.
O talent show já contou com vários apresentadores e revelou ao país os mais variados talentos e nas mais variadas idades.
Marcou a década por permitir mostrar habilidades noutras áreas que não as habituais de dança e canto.

Peso Pesado (estreou em 2011)

O formato original era emitido pela SIC Mulher e um sucesso de audiências. ‘Peso Pesado’ trouxe de volta ao então canal de Carnaxide, Júlia Pinheiro.
A estreia foi arrebatadora no que toca a audiências e o formato foi um sucesso que se esgotou na primeira temporada.
Seguiram-se mais duas, já com Bárbara Guimarães no comando, em anos diferentes. A aposta revelou-se um fracasso e o formato que ajuda pessoas obesas a emagrecer não voltou à estação.

Perdidos na Tribo (estreou em 2011)

Apresentado por Leonor Poeiras, o ‘Perdidos na Tribo’ foi emitido na fase de ouro da TVI e aproveitou alguns concorrentes da primeira edição do ‘Secret Story’.
Foi também a última aparição de verdadeiro sucesso de José Castelo Branco. O “conde”, tal como outras figuras públicas, tiveram de viver ao longo de várias semanas com tribos indígenas, com formas de vida bem diferentes dos povos ocidentais.
Ainda hoje o “leave me alone” do marido de Betty Grafstein é lembrado.

Masterchef Portugal (estreou em 2011)

É, sem dúvida nenhuma, o grande formato de cozinha da televisão e que nasceu nesta década.
Estreou-se em 2011 em Portugal, na RTP1, com Ljubomir Stanisic no painel de jurados e não teve o sucesso esperado.
Mais tarde, o formato foi repescado pela TVI que colocou Manuel Luís Goucha na apresentação.
O ‘Masterchef’ ganhou uma nova vida e liderou audiências de forma categórica.
Teve várias edições até que a última, exibida este ano, revelou-se um fracasso e incapaz de se sobrepor à concorrência.

Somos Portugal (esteou em 2011)

Começou por contar com os grandes nomes do canal, como Fátima Lopes, Cristina Ferreira ou Manuel Luís Goucha. Depressa se tornou num formato ganhador nas tardes domingo e uma alternativa aos filmes internacionais.
O programa viaja por todos o país para mostrar as festas e romarias e leva a palco vários nomes da música ligeira portuguesa.
Quando estreou, ninguém podia adivinhar que um dia iria ser um dos únicos formatos da TVI a liderar audiências (atualmente).

The Voice Portugal (estreou em 2011)

O ano de 2011 trouxe ao país mais um dos grandes formatos da década. A RTP foi das primeiras televisões a nível mundial a adaptar o programa holandês a que chamou ‘A Voz de Portugal’.
A primeira edição foi emitida aos sábados e apenas apresentada por Catarina Furtado. Não foi um fracasso, mas esteve muito longe de ser um sucesso.
A estação decidiu, mais tarde, agarrar novamente no formato, mudou-lhe o nome para ‘The Voice Portugal’, juntou Vasco Palmeirim à “namoradinha de Portugal”, alterou o painel de jurados e colheu frutos.
O talent show chegou mesmo a liderar as noites de domingo e tornou-se num dos grandes programas da televisão nacional.

A Tua Cara Não Me É Estranha (estreou em 2012)

A aposta da TVI trouxe a nostalgia do ‘Chuva de Estrelas’ de volta e arrebatou audiências nas primeiras edições.
Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha receberam, todos os domingos, artistas que vestiam a pele de outros. O importante era cantar bem e chegar o mais perto possível das interpretações originais.
Recentemente o canal apostou numa edição apresentada por Maria Cerqueira Gomes, mas sem o sucesso de outros tempos.

Factor X (estreou em 2013)

‘Factor X’ foi outro dos grandes formatos musicais nascidos na década. O programa foi escolhido pela SIC para renovar a grelha e fazer esquecer o já “gasto” ‘Ídolos’.
O talent show permitiu a participação de duos ou de bandas e as audições eram realizados em grandes salas com o júri e o público presentes.
João Manzarra conduziu os destinos das duas temporadas, mas só a primeira foi um real sucesso.

Pesadelo na Cozinha (estreou em 2017)

O programa da TVI trouxe ao país algo diferente do habitual. Um género de reality show ambientado em restaurantes nacionais que trouxe à tona problemas da vida real e a falta de higiene que todos os consumidores preferiam não ver, mas que gostavam de saber.
Ljubomir Stanisic tornou-se numa estrela de televisão depois de, incrivelmente, ter passado despercebido como jurado no primeiro ‘Masterchef’ nacional.
As primeiras edições foram lideres absolutas de audiências aos domingos e a temporada atual dá ao canal algum fôlego.
Atualmente, o ‘Pesadelo na Cozinha’ e o ‘Somos Portugal’ são os únicos programas que lideram audiências na estação.

O Programa da Cristina (estreou em 2019)

É tão recente que parece quase estranho colocá-lo na lista dos mais importantes da década, mas é!
Cristina Ferreira chegou à SIC, revolucionou as manhãs do canal e ajudou a estação a voltar à liderança das audiências.
Com estreia a 7 de janeiro deste ano, nada faria prever que a menina da Malveira fosse capaz do que conseguiu. Roubou a liderança à TVI e não mais perdeu a dianteira.
‘O Programa da Cristina’ trouxe ainda uma nova forma de fazer e ver televisão e, em pouco tempo, todos lá quiserem passar. Políticos, cantores, atores, médicos fizeram da casa de Cristina, a casa do país.

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