‘Jogo de Todos os Jogos’: a grandiosidade de outros tempos

Fotografia.: Instagram Jogo de Todos os Jogos
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‘Jogo de Todos os Jogos” é a adaptação portuguesa do formato internacional de sucesso ‘Game of Games’, da estrela Ellen DeGeneres. A RTP1 escolheu Filomena Cautela para ocupar o lugar da apresentadora norte-americana.

A estreia do novo concurso da estação pública aconteceu no sábado (12/10) e mostrou algo que não se via há muito tempo na televisão portuguesa. O programa é uma cópia fiel do cenário original, tal como toda a mecânica que envolve os jogos. Só por aí, a RTP merece um aplauso.

O “Jogo de Todos os Jogos” é um formato extraordinário. É dinâmico e divertido o suficiente para manter o espectador agarrado do início ao fim. É uma espécie de “Jogos sem Fronteiras” modernos.

Filomena Cautela tinha o desafio difícil de assumir, pela primeira vez a solo, um programa grandioso. Mais uma vez não desiludiu e afirmou-se, novamente, como um valor seguríssimo na televisão nacional da atualidade.

Mesmo com todas as qualidades, o formato não conseguiu um valor extraordinário nas audiências e não foi capaz de retirar a RTP do terceiro lugar. Ao todo, 417 mil telespectadores seguiram a estreia o que corresponde a uma audiência média de 4,4% e a 10,9% de quota de mercado.

Estes valores de audiência podem fazer com que o “Jogo de Todos os Jogos” se fique pela primeira temporada. Nem a estação do Estado consegue suportar os valores que devem ser necessários para a produção de um formato assim sem um retorno mais representativo.

Tenha uma ou dez temporadas, a aposta da RTP é de se lhe tirar o chapéu. Merece todos os aplausos por trazer de volta a grandiosidade que a televisão nos habituou há vários anos e que já tinhamos esquecido.

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