Assaltos, violência e terrorismo. Assim é “Prisioneira”

Fotografia.: Divulgação TVI
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“Prisioneira” estreou sem grande alarido e a uma atípica terça-feira. A missão não era difícil: só tinha de manter a liderança deixada por “Valor de Vida”, ainda que bastante frágil.

Conseguiu, mas não me convenceu.

Resumo o primeiro episódio com três palavras: assaltos, violência e terrorismo. Não houve muito mais numa estreia bem longe daquilo que é habitual numa produção do género e, diria até, longe de mais.

Achei a história confusa e muito pouco reveladora para um início. As personagens não ficaram bem definidas e muito menos aquilo que as move daqui em diante. Além disso, mostrou-se bem longe da realidade portuguesa e com um tema que está pouco presente no quotidiano dos portugueses.

Começo a não entender esta insistência dos canais nacionais em começar as novelas sempre noutro país e, neste caso, fazer de tudo o que envolve o estado islâmico um dos temas principais.

Não houve mesmo um grande esforço por parte da TVI. Os que habitualmente fazem de bons, desta vez vestem o papel dos maus da fita e, os que habitualmente representam personagens de vilões, fazem agora de “heróis”.

Para mim, é só mais uma.

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