Extremos

A 5ª. série de Ídolos estreou com o melhor resultado de sempre de todas as anteriores edições. Contudo, semana após semana, os resultados do programa da SIC desceram até que, na última gala, a audiência bateu bem no fundo.

A Tua Cara não me é Estranha da TVI não deu margem de manobra e a grande final fez com que o talent-show da estação de Carnaxide fizesse, muito provavelmente, o pior resultado de todas as temporadas portuguesas de Ídolos.

A SIC apostou forte no júri, trazendo Pedro Abrunhosa e Tony Carreira para o grupo, mas tais contratações só geraram curiosidade no primeiro programa. A partir daí, já poucos querem saber o que eles têm para dizer.

O palco, esse sim, merece destaque. É dos melhores dos últimos anos de todos os programas da televisão portuguesa, mas só isso não chega. É estranho que um programa onde se insultam concorrentes por tudo e por nada, chegue à fase final com um grupo de concorrentes tão fraco.

Por sua vez, Cláudia Viera regrediu a olhos vistos na apresentação e João Manzarra, agora sim, necessita de melhorar. Não saberem dizer nada além do que está escrito no teleponto é péssimo e basta o aparelho falhar para que estejam os dois parados a olhar para a câmara sem dizer nada.

Os resultados vão continuar a ser fracos, certamente. A TVI não dá tréguas e vai avançar com especiais do programa de imitações.

Ídolos podia orgulhar-se de ter maus resultados, mas de ser um excelente programa. Infelizmente, não o pode fazer.

Chega para um satisfaz, mas isso é pouco perante o mais incrível “rolo compressor” da TVI dos últimos anos.

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