Foi bom mas não chegou

Ídolos estreou no passado domingo na SIC. O talent-show tem a espinhosa missão de combater o todo poderoso programa da TVI, A tua cara não me é estranha, um dos maiores sucessos televisivos dos últimos tempos e vencedor nas audiências de domingo desde que estreou. 

 

O programa do canal de Carnaxide começou bem, obtendo cerca de 1 milhão e 400 mil espectadores, um dos melhores resultados, senão o melhor de todas as 5 temporadas.

 

Ainda assim, por melhor que seja este resultado, não chegou para derrotar os famosos da TVI que, com mais tempo de programa, conseguiram uma diferença, pouca, de quase 24 mil espectadores. 

 

A 5ª. edição de Ídolos não trouxe nada de novo, a não ser o júri que é o melhor até agora, ligeiramente acima do painel das 1ª. e 2ª. edições. 

 

De resto, a chegada dos jurados é sempre a mesma, de helicóptero, poucas vozes foram surpreendentes e até os “cromos” foram fracos. Fica a aposta bem conseguida em Pedro Abrunhosa e aguarda-se uma evolução nos comentários de Tony Carreira

 

Os dados estão lançados, para se semana o programa da SIC deve descer, já que A tua cara não me é estranha emite a final. 

 

Depois, segue-se uma nova edição do concurso de imitações. Se os famosos forem bem escolhidos, a luta ente os dois programas será bastante renhida, mas com uma tendência da TVI para a vitória.

4 thoughts on “Foi bom mas não chegou

  1. O júri é ligeiramente melhor do que os anteriores?
    A Barbara Guimarães apenas julga o visual, não tem qualquer tipo de formação musical.
    O Tony Carreira e o Pedro Abrunhosa são cantores mas os dois juntos não chegam aos calcanhares do Pedro Mendes.

  2. O Carreira não é cantor, ou melhor, cantor ele é, mas mau e azeiteiro (pode ser muito profissional, mas isso também o são as acompanhantes de luxo). A Bárbara Guimarães não percebe um “chavelho” de música, limita-se a dar a opinião pessoal, estilo “gosto” ou “não gosto” (para isso mais valia o “bacana” da roberta); O Abrunhosa surpreendeu-me, sabe o que diz, é músico, tem contra ele a circunstância de não ser cantor, e a favor o facto de o admitir. Por isso não vejo em que é que este júri é melhor do que todos os outros, quando o primeiro era superlativamente, a muitas unidades astronómicas de distância, o melhor, com o jardim, o ramón e a outra senhora cujo nome não me ‘alembra’. Se pior é melhor, óptimo, tudo bem, continuamos amigos, mas se não, está o caldo entornado… 😀 saudações!

  3. Concordo que esta 5ª edição do Ídolos pouco ou nada traz de novo, a não ser a mudança de elementos do júri.
    Algumas pessoas com talento musical, outras sem nenhum, outras ainda com talento para a comédia e para candidatos a cromos de Portugal, como não poderia deixar de faltar num programa destes!
    Quando um formato é sucessivamente utilizado, por muitas alterações que lhe façam, começa a perder das primeiras edições.
    Quanto ao júri, sinceramente, é o pior de todas as edições. E confesso que fiquei em pulgas para ver como funcionaria o Manuel Moura dos Santos com o Tony Carreira! Por muito sucesso que tenha, por muito boa pessoa que seja, por mais que perceba de música, definitivamente Tony Carreira não está ligado ao pop, e na minha opinião não foi uma boa escolha. A Bárbara Guimarães, por muitos programas que tenha apresentado de caça-talentos, não tem qualquer formação para tecer comentários a nível musical, sendo mais uma opinião como espectadora/ ouvinte e, quanto muito, consultora de moda e imagem, mas até para isso poderiam ter escolhido alguém mais qualificado. Sobram, para salvar a honra, o Manuel Moura dos Santos (o único que sobreviveu a todas as edições), apesar de não ser fã do seu ar arrogante, e o Pedro Abrunhosa.

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