O poder das emoções

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No outro dia vi Fátima Lopes, na TVI, a emocionar-se com a história de uma convidada do seu programa. 

 

Se a apresentadora tem alguns defeitos a apontar, como todos os outros, este caso específico acaba por ser uma mais-valia. 

 

Ver uma figura conhecida, neste caso uma apresentadora ou apresentador, chorar ou rir com aquilo que vai acontecendo num programa, torna essa mesma pessoa mais próxima do público e humaniza qualquer conversa.

 

Também Conceição Lino e Teresa Guilherme deixam as suas emoções fluir e é também isso que as torna únicas. Deve haver quem defenda que um apresentador tem de manter sempre a postura e não se deixar levar pelas emoções. Eu penso o contrário. 

 

Quem está à frente de um programa é, acima de tudo, uma pessoa como qualquer outra, logo, tem todo o direito de se emocionar e isso trás audiências. 

 

Quantos e quantos ataques de riso não andam por esse Youtube e quantas pessoas não param num canal quando uma apresentador está a chorar com a situação que lhe estão a contar? 

 

Numa altura em que anda meio mundo a enganar outro meio é, cada vez mais, importante ser-se verdadeiro e transparente.

 

One thought on “O poder das emoções

  1. É verdade que é, cada vez mais, importante ser-se verdadeiro e transparente, mas não creio que isso seja uma garantia quando um apresentador chora. Há muitas lágrimas de crocodilo…

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