MASTER CASTING

“Masterchef” é o novo programa dos sábados da RTP. O “talent-show”, que está a fazer sucesso em vários países, é uma espécie de “Operação Triunfo” da culinária.

O canal do estado acertou na mouche e este é um dos programas mais bem feitos do ano. O “mastercasting”, feito pela produtora Endemol, foi certeiro em tudo.

O júri é um dos melhores alguma vez visto neste género de programas. É duro quando tem de o ser, é simpático quando acha que deve e, sobretudo, sabe o que está a dizer quando avalia algum candidato.

Além do júri, também os concorrentes foram bem selecionados.

Com melhores ou piores histórias, todos eles tinham algo a mostrar, mesmo que os cozinhados não fossem nada de extraordinário.

Se o casting foi bem feito, o resto também não falhou. Os estúdios estão muito bem conseguidos e o encadeamento do programa é muito bom.

Sílvia Alberto é a apresentadora de mais uma aposta do canal público. Não se pode dizer que esteja mal, não se pode dizer que esteja bem. Está, e isso é suficiente para este formato.

Sílvia é uma boa profissional e tem tido alguma sorte com os formatos que lhe têm calhado, as audiências é que não têm sido agradáveis. Apenas “Aqui há Talento”, a versão da RTP de “Portugal tem Talento”, e a primeira substituição de Catarina Furtado, no “Dança Comigo”, trouxeram boas audiências para os programas da apresentadora.

Ainda assim, “Masterchef” não tem estado nada mal. Estreou-se no 4º. lugar das audiências e o segundo programa alcançou a 6ª. posição.

No fundo, este é um programa muito bem feito, mas que está no canal errado para ter grandes números de audiência.

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